A alegria é um estado necessário para os Espíritos desenvolverem suas jornadas em
equilíbrio e harmonia. Não me refiro a alegria fútil, baseada em preceitos equivocados, que
busca o riso desequilibrado, mas a alegria da alma otimista, que se felicita ante a
grandiosidade do Criador e das Suas obras.
Quando estamos alegres produzimos substâncias energéticas capazes de oxigenar os
pensamentos, revigorar o corpo físico e despertar a lucidez do Espírito. Permutamos as
experiências e sensações em motivo de bem-estar, capaz de perceber a benevolência dos
seres que habitam o Planeta, em conformidade de sintonia com a natureza e produzindo o
sorriso natural que ilumina o interior e o entorno.
Quantas almas permanecem desbotadas pela ausência da leveza trazida pela genuína
alegria. Em função dessa palidez, deixam de enxergar a beleza da vida ou mesmo focam suas
atenções nas atrocidades e nos desapontamentos que só consomem as energias vitais. Muitos
abandonam a vida esgotados pela ausência do olhar alegre e otimista que reluz a projetar
claridade às sombras.
Que possamos, em nossa vida, praticar a alegria dos Espíritos conscientes, que
conhecem e confiam na governança de Deus. O nosso Pai e Criador jamais nos abandona,
sobretudo nas mais desafiadoras provações. Precisamos despertar nossos espíritos à leveza e à
qualidade harmoniosa da alegria sincera e praticar a alegria pelos encontros com aqueles que
nos cruzam os caminhos, abraçando-os alegremente, aceitando-os como são, alegrando-nos
pelas nossas conquistas e superações pessoais, pelo reconhecimento da nossa trajetória
evolutiva e ascendente. Necessitamos nos alegrar pelo bem-estar e pelas alegrias do nosso
próximo, vibrando positivamente por cada êxito ou conquista alcançada por outrem. Assim,
em harmonia com a alegria de Deus, perceberemos a dádiva de um Universo em perfeição.

Que a alegria de Jesus habite e faça um Natal diariamente em nosso coração.
Um abraço fraterno de um Espírito afetuoso que tanto vos quer bem.

(Psicografado em 11/03/2020)